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A Linha do Vagar é a nova open call lançada no âmbito de Évora_27 – Capital Europeia da Cultura, dirigida a agentes culturais, artistas, criadores e coletivos naturais, residentes ou com atividade profissional em Portugal. Com candidaturas abertas entre 22 de janeiro e 22 de março de 2026, esta convocatória propõe a seleção de projetos artísticos alinhados com os valores europeus, apostando numa lógica de criação, mediação e envolvimento colaborativo com os territórios e as comunidades.
Com um orçamento global de 1.000.000 €, a Linha do Vagar pretende enriquecer o programa artístico de Évora_27 através de propostas provenientes de todas as áreas artísticas, que serão desenvolvidas e apresentadas ao longo de 2027, em múltiplos espaços e contextos do Alentejo. A open call assume uma clara ambição territorial, promovendo uma programação diversa, descentralizada e participativa, capaz de dialogar com diferentes públicos, ritmos e realidades locais, valorizando o tempo, a escuta e a relação continuada com os lugares.
A iniciativa dirige-se a profissionais e coletivos que desenvolvam práticas artísticas contemporâneas e que estejam interessados em integrar processos de criação e mediação colaborativa, reforçando a dimensão europeia do projeto através de propostas críticas, inclusivas e socialmente comprometidas. A Linha do Vagar inscreve-se assim numa visão de cultura enquanto espaço de encontro, reflexão e construção coletiva, em sintonia com os princípios estruturantes da Capital Europeia da Cultura.
As candidaturas decorrem exclusivamente online, mediante o preenchimento do formulário oficial e de acordo com as condições definidas no regulamento, ambos disponíveis para consulta. Está igualmente acessível um documento de Perguntas Frequentes (FAQ), que esclarece os principais aspetos do processo de candidatura, critérios de seleção e condições de apoio.
O júri desta open call é presidido por John Romão, Diretor Artístico de Évora_27, e integra Delfim Sardo, curador, professor universitário e crítico de arte e arquitetura, Filipa Oliveira, Diretora do MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea, Magda Bizarro, co-diretora do Programa Artístico do Festival d’Avignon, e Mário Carneiro, Diretor Geral da Fundação GDA. Como suplentes, integram o júri Luís Fernandes, músico, programador e diretor artístico do Theatro Circo e do gnration, e Sara Franqueira, cenógrafa, professora universitária e co-curadora da 16.ª edição da Quadrienal de Praga.
A Linha do Vagar afirma-se como uma oportunidade estratégica para artistas e estruturas culturais participarem ativamente na construção de uma Capital Europeia da Cultura que se quer enraizada no território, atenta às comunidades e aberta à experimentação, convidando à apresentação de propostas que pensem o tempo, o lugar e a Europa de forma crítica, sensível e partilhada.
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